O que é BPMN ?

o que é bpmn

BPMN é uma notação padrão que representa processos de negócios por meio de diagramas de processos de negócio. A abreviação vem do termo em inglês Business Process Modeling Notation – modelagem orientada a objetos.

Essa notação padrão foi desenvolvida pela Business Process Management Initiative como um método consistente para diagramar fluxos de processos de negócios. O BPMN é muito parecido com uma tabela de fluxo, mas é mais focado em gerar uma maneira útil e natural para gerenciar fluxos de trabalhos complexos.

Isso pode incluir qualquer um dos fatores internos e externos para contribuir com as operações da companhia. Usando o BPMN, supervisadores podem ter uma compreensão melhor das operações internas e mais conhecimento sobre como cada participante contribuir para o todo.

Normalmente, Stakeholders tem muitas questões para gerenciar, por isso se comunicar com clareza e de forma breve é muito importante. O BPMN é um dos melhores meios para implementar um método padronizado de compartilhamentos de fluxos de trabalho.

O BPMN é uma forma de tornar qualquer interessado tão informado quanto possível de qualquer atividade da empresa.

Como usar BPMN no meu negócio?

Stakeholders de negócios podem usar BPMN para ilustrar processos essenciais  das companhias. Essa é uma técnica muito eficaz para eliminar ineficiências, ajudar os membros a visualizarem novos caminhos e pode ser usada para inserir colaboradores de forma mais eficiente e eficaz.

BPMN 2.0 vs. BPMN

BPMN 2.0 é uma atualização do BPMN. Combinado com o BPDM – Business Process Definition Metamodel – uma forma única de linguagem. BPDM define conceitos usados para expressar os modelos de processos de negócios, enquanto BPMN 2.0 define a notação, metamodelo e um formato intercambiável.

Essa versão com nova forma e estrutura permite ao BPMN algumas funções adicionais que aumentam os possíveis usos e processos de decisão. BPMN 2.0  expande os usos do BPMN  para representação da criação e interação entre tarefas com modelos integrados ou unos.

Enquanto BPMN revela um sistema colaborativo de  negócio-para-negócio e processos de negócios internos, BPMN 2.0 amplia essa função providenciando símbolos para coreografias, colaborações, e conversas.

Para mais informações sobre BPMN acesse:

https://www.heflo.com/

 

O que faz um contador e como ele pode ajudar sua startup

O que faz um contador e como ele pode ajudar sua startup

Você sabe o que faz um contador? Um contador é um profissional que tem como objetivos cuidar de diversos tipos de questões financeiras, bem como cuidar de questões financeiras, de ordem tribtária, econômica e patrimonial de uma empresa. No seu dia a dia, este profissional lida com planilhas, bem como demonstrativos de resultados, contas para pagar e ainda receber as guias de impostos e vários outros tipos de números.

Esta é uma profissão que exige muita atenção e responsabilidade por parte do contador. E para exercer as suas devidas atividades, os contadores precisam ter um diploma de graduação em contabilidade que seja reconhecido através do MEC e ainda obter o registro através do Conselho Regional de Contabilidade. Os profissionais técnicos em contabilidade precisam contar também com o registro do chamado CRC.

“Levando em conta um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), saber o que faz um contador é importante, já que a contabilidade está entre uma das dez profissões que tem a maior taxa de ocupação em todo o país. Mais de 93% dos profissionais da área de contabilidade estão empregados, e principalmente trabalhando na sua área de atuação.” Afirma, Álvaro Nantes do site http://www.contabilidadezonanorte.com/.

Entenda o que faz um contador

O contador é um profissional fundamental para qualquer tipo de empresa e organização. Já que é ele quem acompanha todas as transações de empresas que ocorrem desde a sua abertura até mesmo o encerramento das suas atividades.

A função dos contadores não é restrita apenas a área de gestão de empresas, este profissional poderá ainda atuar nos mercados de seguro, perícia e auditoria.

Estes profissionais podem ainda atuar de forma autônoma ou como funcionários de escritórios de contabilidade, bem como empresas públicas e privadas, as organizações não governamentais e até mesmo em setores militares.

A auditoria contábil

Além de saber o que faz um contador, é importante saber que o profissional poderá atuar na área de auditoria contábil. O contador terá a função de verificar a exatidão de todas as informações contidas nos registros de ordem contábil, examinando ainda documentos contábeis, como os balanços, os fluxos de caixa, entre outras possibilidades.

4 startups inovadoras no setor de transporte urbano e rodoviário

Logística e transporte compõem um desafio enorme para os setores da indústria e do varejo no Brasil, visto as devidas extensões do nosso país e as devidas condições em que nossas rodovias se encontram. Em um grande cenário de problemas, pequenas equipes trabalham em modelos de negócios inovadores para gerar soluções nunca antes vistas e melhorar o setor de logística no país.

Neste artigo vamos contar a história de três startups que estão inovando neste setor:

1. Uship

Uship

A startuip Uship funciona conectando diversas transportadoras com espaço livre em seus caminhões. Quando existe espaço livre em um dos caminhões da frota, a transportadora dispara um aviso na rede com os seguintes dados:

  • Quanto de espaço de sobra existe no caminhão;
  • Qual é a rota que ele vai seguir;
  • Em quanto tempo de viagem ele pretende chegar ao seu trajeto final;
  • Quanto ele cobra pelo transporte.

Com estas informações em mãos, outras transportadoras ou até mesmo pessoas físicas podem usar este dispositivo para enviar contratar um caminhão com espaço sobrando e enviar suas cargas.

O objetivo do serviço é diminuir a quantidade de caminhões vazios ou com pouca carga nas estradas do Brasil, economizando com o custo de transporte de inúmeras empresas que dependem deste tipo de serviço para enviar produtos e matéria prima.

2. Trucadão

Trucadao

No setor de negociação de caminhões novos e caminhões usados, o Trucadão é um site de classificados de veículos pesados e implementos agrícolas. Seu objetivo está no conceito de “one stop shop” para o setor de construção civil e agropecuário. Uma construtora ou transportadora pode encontrar no site todos os veículos e equipamentos necessários para montar sua estrutura de produção que vai desde caminhões até guindastes e retroescavadeiras.

Quem quer vender seus veículos e máquinas também ganha inovações na área de classificados. O anunciante tem acesso à uma dashboard com todos os indicadores de desempenho de seus anúncios, como cliques para ver o telefone, visualizações do anúncio e um canal próprio para enviar e receber mensagens de seus prospects.

3. Itaro.com.br

loja online itaro

Fundada em 2012, a loja online de pneus, acessórios e peças automotivas tem o objetivo de transformar a experiência online de acessórios automotivos.  Ao por exemplo comprar um pneu Pirelli Phantom na loja, o usuário pode escolher entre receber o pneu em casa ou receber o pneu dentro de uma loja de acessórios parceira onde ele também recebe a troca dos pneus gratuita ou com descontos.

4. Freta.la

Fretela

Criado por alunos da USP de São Carlos, o aplicativo Freta.lá conecta quem precisa transportar um objeto com um transportador. O diferencial em relação ao Uship (já citado neste artigo) está no serviço para transporte urbano.

Com parcerias entre o Frete.la empresas de frete e moto frete, os usuários ganham uma nova ferramenta para transportar objetivos dentro da própria cidade. Por exemplo, uma pequena empresa pode enviar e receber documentes sem necessidade de contratar um motoboy exclusivo. Desta maneira, ela pode utilizar o tempo vago de outros motoboys na cidade para enviar estes documentos para otimizar seus custos.

A startup de São Paulo também tem uma seção especial para lojas virtuais e pode tornar a entrega de produtos para clientes de lojas virtuais mais rápida quando houver oportunidades.

De sócio desenvolvedor para CTO

De sócio desenvolvedor para CTO

 

Muito se fala da transição que o CEO precisa passar quando a sua startup cresce e vira uma empresa, e que já não necessita mais de um empreendedor desbravador como CEO e, sim, de um executivo que sabe gerir uma empresa grande. Alguns conseguem fazer essa transição, porém são poucos.

Porém te um outro problema mais frequente e que pouco se fala, sendo que é uma transição igualmente importante e que acontece bem mais cedo na vida de uma startup.

Quando a startup deixa de ser uma empresa de 2 ou 3 sócios fundadores e passa a ser uma empresa de 10 pessoas, os fundadores precisam assumir papeis como CEO e CTO de uma empresa.

Normalmente é escolhido para ser o CEO o sócio que tem sua opinião respeitada, que sabe gerenciar e motivar as pessoas, dessa forma a transição para se tornar CEO não é tão problemática.

Por outro lado, a transição de um fundador desenvolvedor para CTO é algo um pouco mais complicado.

Desenvolvedores são conhecidos por serem autossuficientes, não gostarem de serem gerenciados e não terem muita habilidade para gerenciar e motivar pessoas. Outro ponto interessante é que, normalmente, quanto melhor um desenvolvedor, mais intenso são esses atributos.

No começo de uma startup isso não é nenhum problema, pois o que a startup precisa naquele momento é um excelente desenvolvedor. Porém quando a startup começa a crescer, temos um grande problema.

A principal atividade do fundador desenvolvedor deixa de ser desenvolver, ele vai continuar tomando decisão da estrutura de desenvolvimento, porém ele também passa a precisar liderar uma equipe de desenvolvedores, ou seja, contratar, delegar tarefas, gerenciar e motivar a equipe. Porém vale lembrar que ele odeia que gerenciem ele.

Dessa forma a maioria das startup deixa de ter um excelente desenvolvedor para ter um CTO medíocre. O que normalmente gera bastante stresse entre os sócios.

Caso o sócio não tenha o perfil de CTO e também não tenha muita experiência gerenciando equipes ou sendo gerenciado, torna-se bastante difícil a transição.

Uma alternativa seria contratar um CTO de fora da startup, certo? Porém é pouco provável que o fundador desenvolvedor vá aceitar essa decisão. Primeiro, porque quanto melhor o desenvolvedor mais ele acredita ser autossuficiente e mais difícil dele admitir que não tem o que é necessário para ser um CTO. Segundo porque ele é sócio fundador e não vai querer ninguém mandando nele.

Assim a startup fica num dilema que com certeza irá atrapalhar o desenvolvimento dela. Quanto mais tempo se perder sem resolver esse dilema, gera cada vez mais stresse entre os sócios e a startup não evolui do jeito que deveria.

Para solucionar esse problema é preciso deixar os egos (de todos os sócios) de lado e conversar sobre o que é melhor para a startup. Não, pode ter certeza que não será uma decisão fácil de se tomar.

Existem formas de se contornar esse problema, por exemplo dividir o papel do CTO em dois. Um que toma todas as decisões ligadas ao desenvolvimento do produto e outro que é o responsável pela gestão da equipe de desenvolvedores. Dessa forma seria possível contratar alguém para a gestão sem precisar colocar essa pessoa acima do fundador. Pelo que saiba, foi feito assim no Moip e tem dado certo.

Você já teve essa dificuldade? Como solucionou esse problema? Conte-nos.

Qual problema sua startup soluciona?

Qual problema sua startup soluciona?

Uma das primeira coisas que pergunto para um empreendedor é qual o problema que ele soluciona. Uma pergunta simples e que todo empreendedor deveria ter na ponta da língua, correto? Porém eu normalmente escuto isso:

 

“O problema que soluciono é que não existe X para Y.”

 

Sendo que Y é um segmento de cliente e X exatamente o que a startup dele faz.

Por exemplo:

“O problema que soluciono é que não existe UMA REDE SOCIAL para CACHORROS.”

 

Não, você não está solucionando o problema do mundo de não existir uma rede social para cachorro. A falta do seu produto não é um motivo para ele existir e muito menos para as pessoas comprarem.

Apenas exemplificando, se o seu produto é uma rede social para cachorro, um dos problemas que você poderia estar solucionando (mas que precisaria ser validado com os donos de cachorro) é:

“Os donos de cachorros tem muita dificuldade encontrar um cachorro adequado para cruzar com o seu.”

 

Perceberam como agora realmente está focando em algum problema?

Existe um conceito muito interessante criado pelo Theodore Levitt que se chama Jobs-to-be-Done (ou “trabalho” a ser realizado, em livre tradução), que diz que as pessoas não querem comprar produtos ou serviços, elas querem realizar “trabalhos”.

Vale a pena ver o video abaixo (infelizmente não achei o video em português):

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=f84LymEs67Y

Mas o conceito é simples, pense que um cliente que não quer comprar uma furadeira por causa da furadeira, ele quer realizar o “trabalho” de pendurar um quadro na parede.

Dessa forma, tente identificar qual “trabalho” o seu público-alvo está querendo realizar e como seu produto pode ajudá-lo.

Lembre-se o fato de ainda não existir o seu produto não é um motivo suficiente para ele existir e nem para as pessoas quererem ele.

Será que seu negócio é mesmo uma startup?

Será que seu negócio é mesmo uma startup?

Estamos passando ultimamente por uma febre de empreendedorismo, sobre tudo de startups (eu sou até pop agora por trabalhar com startups). =)

Porém a palavra “startup” virou uma buzzword e, como toda buzzword, tem sido muito mal utilizada. Praticamente todo novo negócio agora é uma startup.

Eu participei de um curso de empreendedorismo recentemente e era engraçado ver quase todo mundo falando que estava fazendo uma startup, aí perguntava o que a startup fazia e me respondiam:

“É uma startup de venda de porta em porta de utensílios domésticos”.

Nada contra esse negócios (alías, era um empreendedor bastante experiente e um business que parecia interessante), entretanto, contudo e todavia, ele NÃO é uma startup.

Segundo a definição do guru Steve Blank:

“Startup é uma organização temporária projetada para buscar por um modelo de negócios escalável e repetível que atua num ambiente de extrema incerteza”

Considerando que essa é a definição de uma startup mais utilizada, temos algumas implicações:

1. Organição temporária: Não, o Google e o Facebook não são mais uma startup (apesar de possuirem uma cultura de startup);

2. Modelo de negócios escalável: Não, seu cabeleleiro ou sua software house não são escaláveis;

3. Repetível: Não, escrever e vender um livro online também não é uma startup;

4. Ambiente de extrema incerteza: Isso mesmo, precisa ser algo inovador de alguma forma, seja no produto ou no modelo de negócios;

Mas porque eu estou sendo chato quanto a definição e não deixo esse pessoal feliz falando que tem uma startup? Não, não é porque eu sou ruim ou porque acho que esse tipo de negócio não é bom o suficiente para ser uma startup (tenho certeza que alguns serão mais sucedidos do que muitas startups).

É pelo simples fato de gerar uma confusão e poder atrapalhar o empreendedor. Apenas para ilustrar o que quero dizer:

  • A maioria das metodologias utilizadas para startups, foram desenvolvidas para STARTUPS (incrível, não!?). Dessa forma, podem não ser úteis para esses outros negócios ou até mesmo atrapalhar;
  • Cria a falsa ilusão de que se eles são startups, eles podem ser acelerados por uma aceleradora ou receber investimento de um VC, mas, acredite, eles não irão investir em você se você não consegue dar 10x de retorno para eles em poucos anos, então você precisa crescer rápido, ou seja, ser escalável;
  • Param de focar no que realmente importa para o negócio deles e buscam o que é importante para uma startup;
  • Esquecem de fazer um plano de negócios (não recomendo para startups, porém se você for abrir um restaurante se um plano de negócios… Boa sorte!);
Esses são apenas alguns problemas que essa confusão pode trazer para o empreendedor. Mas, como um amigo meu me falou: “Startup é a nova banda de rock, é cool e todo mundo quer ter uma”. Está na moda, contudo, poucos sabem o quão difícil é realmente ter uma startup.

Bom, espero que tenha ficado mais claro para você se seu negócio é uma startup ou não e, caso não seja, porque não é bom você ficar tratando ele como uma startup.

Métricas, métricas e métricas

Métricas, métricas e métricas


“Se pudesse dar um conselho em relação à startups diria: “Usem métricas”. Os benefícios, a longo prazo 
(curto e médio também), do uso de métricas foram cientificamente comprovados.”

Métricas, métricas e métricas. Sim, eu sei que os empreendedores já sabem e já ouviram falar isso milhões de vezes, não, eu não vejo eles usando métricas de verdade.

Usar métricas não quer dizer integrar o Google Analytics no site e ficar monitorando quantas visitas você tem e quantas vendas você teve. Isso é o básico do básico. Mas não, isso não vai transformar o seu negócio.

Para que o uso de métricas realmente faça uma diferença no seu negócio, sua startup (e sua equipe) precisam ser “metric driven”, ou seja, orientados por métricas. Para facilitar o entendimento decidi criar alguns níveis de uso de métricas baseado no que vejo nas startups.

Separei em 4 níveis, vamos lá:

  • Padawan: Conhece pouco de métricas mas acredita que já sabe de tudo. Usa o Google Analytics no site e, junto com as informações financeiras, acha que já tem todas as informações para o seu negócio.
  • Marujo: Métricas de pirata (AARRR) do Dave McClure são seu tesouro. Conhece o conceito do funíl de conversão, porém ainda utiliza um excel ou banco de dados para fazer o monitoramento das métricas.
  • Estatístico: Número é o seu negócio. Conhece a análise de cohort e viu que Excel não era suficiente para fazer o acompanhamento das métricas, decidiu usar um MixPanel ou um KissMetrics. Todas as features são acompanhadas por métricas para saber se deram ou não resultado.
  • Neo: Você não apenas conhece como entende as métricas, você vê a Matrix e usa ela de forma inteligente. Usa um dashboard para acompanhar as métricas.O desenvolvimento de produto é direcionado e priorizado pelas métricas, assim como sua estratégia é orientada pelas métricas.

Qual o meu objetivo em fazer essa categorização, simples, mostrar para você que você (provavelmente) ainda está longe de usar as métricas de forma a realmente agregar valor para o seu negócio.

Pare e faça a reflexão: “Estou realmente utilizando as métricas de forma a agregar valor e a direcionar o meu negócio?”. Importante notar que cada momento de uma startup exige o acompanhamento de diferentes métricas.

  • Ideação: Não acompanhe nenhuma métrica, você ainda está explorando e validando coisas de maneira qualitativa.
  • Protótipo: Você precisa apenas monitorar se as pessoas estão ativando (primeira boa experiência) e se você está retendo elas (voltam outras vezes).
  • Produto no mercado: AARRR e análise de cohorts
  • Escala: CAC, LTV e churn

Isso é apenas um guia, cada negócio tem um ritmo diferente e necessidades diferentes. Mas vale lembrar que você precisa estar sempre olhando para diversas métricas, mas apenas algumas realmente importam em cada momento que você realmente precisa acompanhar de forma constante e tomanado ações para melhorá-las.

Importante, toda métrica precisa ser actionable, ou seja poder gerar algum tipo de ação (mesmo que a ação seja continuar deliberadamente a fazer a mesma coisa), se não  você corre o risco de monitorar a métrica pela métrica.

 

Como você está usando métricas na sua startup?