10 Principais Erros dos Empreendedores no Pitch: Parte 1

10 Principais Erros dos Empreendedores no Pitch: Parte 1

 

Logo quando você entra no mundo de startups você ouve falar dessa tal de Elevator Pitch. Esse termo veio do tempo que os empreendedores tinham para falar com um investidor quando o encontravam num elevador e, como o tempo era curto, eles precisavam fazer uma descrição concisa da sua startup.

Ou seja, o Elevator Pitch, ou apenas pitch como é mais chamado, é uma  apresentação de poucos minutos que apresenta de forma concisa a startup de um empreendedor.
Já tive a oportunidade de ver  muitos pitchs de empreendedores, seja participando de  eventos e competições aqui no Brasil ou lá no Vale do Silício, ou mesmo sendo jurado em algumas competições por aqui e ficou bem claro para mim a diferença da qualidade dos pitchs daqui para os pitchs de estrangeiros.
Dessa forma decidi escrever um post falando sobre os 10 Principais Erros dos Empreendedores no Pitch. Decidi separar em 2 posts para não ficar muito extenso, sem mais delongas, seguem cinco dos dez principais erros:

 

Erro 1: Achar que com apenas um bom pitch você irá conseguir levantar capital

A cena idealizada de pegar um elevador com um investidor e durante o tempo de subida (ou descida) do elevador fazer o pitch e chegar no andar já apertando a mão do investidor fechando um investimento é nada mais do que folclórica (talvez até tenha acontecido uma vez ou outra, mas não espere que isso aconteça com você).

O objetivo do pitch é gerar o interesse no investidor para que você consiga chegar no próximo passo, provavelmente uma reunião mais detalhada, onde você precisará mostrar com detalhes o que você fez, está fazendo e fará.

Lembre-se, levantar capital é como um namoro, pode até rolar aquele clima no primeiro encontro, porém ninguém vai pedir o outro em casamento naquele momento.

 

Erro 2: Não investir tempo para fazer um bom pitch

O pitch é uma ferramenta importante para o empreendedor por dois motivos. Primeiro, por ele ser bem conciso, é necessário pensar com cuidado quais são os pontos essenciais do negócio, o que faz com que você conheça mais e melhor sobre sua startup. O pitch é a forma como você usará para chamar a atenção de ponteciais investidores e parceiros.

Lembre-se, investidores veem e ouvem dezenas, às vezes centenas de pitchs por semana, mesmo que você tenha um negócio bom, você precisa se destacar dessa centenas para finalmente conseguir mostrar com detalhes sua startup.

 

Erro 3: Não responder as 5 dúvidas principais dos investidores no pitch

Empreendedor adora falar das features do seu produto, porém isso não é o mais importante para os investidores, eles querem responder as seguintes 5 dúvidas quando veem um pitch:

  • O problema solucionado é um problema worth solving?
  • A solução é bem melhor do que as atuais?
  • Existe realmente uma boa oportunidade de mercado?
  • Já tem alguma validação do mercado? Já tem tração?
  • Porque essa é a melhor equipe para fazer essa startup?

Vale a pena dar uma olhada nessa apresentação feita pelo investidor Dave Mcclure da 500 Startups sobre o que colocar no seu pitch, veja aqui.

 

Erro 4: Não conseguir chamar a atenção dos investidores nos 30 primeiros segundos

De novo, investidores veem muitos pitchs todos os dias e isso faz com que eles queiram ir direto e descobrir se vale a pena prestar a atenção nesse pitch ou é melhor responder emails no celular.

Dessa forma não comece falando quem é você (a menos que você seja um cara foda) ou contando uma história longa e chata sobre como você conheceu sua equipe, ou coisa parecida.

Você tem 30 segundos para chamar a atenção do investidor, não desperdice essa chance.

 

Erro 5: Não estar com o pitch sempre preparado 

Um empreendedor é que nem um vendedor, precisa estar sempre pronto para vender (apresentar bem) o seu negócio. Oportunidades não esperam você estar preparado, é necessário que você sempre esteja preparado para não perdê-la.

Ou você acha que o Dave Mcclure vai te mandar um email avisando com uma semana de antecedência que vai te encontrar na rua ou num evento?

Se você não estiver preparado para falar da sua startup, vai passar a imagem de não conhecer o seu próprio negócio, não queremosisso, certo?

 

No próximo post teremos mais cinco erros, não percam!

 

Sua startup está preparada para receber investimento?

Sua startup está preparada para receber investimento?

Post convidado escrito por Thomas Becker Pfeferman do escritório Pfeferman, Choaib Jr & Nabarro Advogados

É impossível não associar startups à noção de crescimento, afinal quem é inovador e escalável quer crescer, e crescer muito. Facebooks, Googles, Twitters e Instagrams estão aí para mostrar isso.

Não surpreende, portanto, que startups e investidores andem frequentemente juntos, já que para crescer rápido é necessário capital. Contudo, a forma com que se opera esta relação de investimento, desde a negociação até a formalização, é fundamental para garantir o sucesso da operação, tanto para empreendedores, como para investidores.

Para começar, é necessário que a startup esteja pronta para receber o investimento. Vamos falar rapidamente aqui do que uma startup precisa fazer para manter a “casa em ordem” do ponto de vista jurídico, e garantir que está pronta para receber investimento.

Investidores de diversos estágios, como se sabe, recebem e prospectam várias propostas de investimento, porém só aprofundam as conversas com algumas delas. Um dos pontos importantes quando se aprofunda o diálogo entre investidores e empreendedores é a realização da due diligence. A due diligence é o processo de análise dos aspectos legais da empresa (fiscal, societário, trabalhista, regulatório, propriedade intelectual, etc.), de modo a verificar quais são os riscos legais para o investimento. É um processo arcado pelo investidor, que contrata advogados para fazerem isso apenas nas empresas que realmente saltaram aos olhos, e que têm grandes chances de receber um aporte.

A due diligence, portanto, a depender dos seus “achados”, pode ser determinante para a realização do investimento. Então, vem a pergunta: o que a due diligence não pode encontrar na sua empresa?

Primeiro, a due diligence não pode constatar que o modelo de negócio se baseia em tecnologia que a sua empresa não possui os direitos de explorar ou de continuar a explorar. Por isso certifique-se que a sua empresa tem e sempre terá direito de utilizar os serviços e tecnologias estratégicos. Isso pode ser garantido por acordos de transferência de tecnologia, cessão, licenciamento etc. Certifique-se também que nenhum terceiro pode reclamar direitos sobre tecnologias desenvolvidas pela sua empresa.

Segundo, a due diligence vai buscar entender a composição societária da sua empresa. O investidor precisa saber quem são os sócios e como eles participarão (ou se aceitarão participar) da relação de investimento. Vale, portanto, deixar as regras do jogo claras, seja no contrato/estatuto social ou em acordo de sócios.

Terceiro, navegar na burocracia brasileira pode ser complicado e caro. É compreensível que existam contingências, especialmente em startups com mais anos de operação. É fundamental, contudo, que o empreendedor faça a lição de casa para garantir que problemas fiscais, trabalhistas ou de direito do consumidor, por exemplo, não comprometam a continuidade ou o valor do negócio. Na chegada do investidor, tenha estes problemas resolvidos ou em vias de resolução, para não perder oportunidades.

E na negociação com investidores? Investidores mais experientes frequentemente apresentam, antes do contrato que de fato operacionaliza o investimento, uma carta de intenções (atende também por “Term Sheet” ou “MoU”). Este documento preliminar já dá os traços gerais da operação e deve ser analisado com cuidado, para que o empreendedor não se comprometa com algo indesejado. Antes de começar a negociação do contrato principal, use a carta de intenções, e-mails e outras comunicações com seu investidor para se familiarizar com os termos da operação. Entenda como funcionam as cláusulas mais recorrentes como lock-up, earn-out, direito de venda conjunta (tag along), direito de arraste (drag along), não concorrência e não solicitação, vesting, etc.

Thomas Becker Pfeferman

Pfeferman, Choaib Jr & Nabarro Advogados

thomas@pcnadvogados.com.br

www.pcnadvogados.com.br

 

Curso Online do Steve Blank

Curso Online do Steve Blank

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Steve Blank, como todo empreendedor deveria saber, é o grande guru de startups e o grande professor sobre o assunto. Ele é um empreendedor serial que já teve falhas e sucesso e que decidiu ajudar os empreendedores ensinando o que ele aprendeu ao longo desses anos.

Ele que desenvolveu a metodologia do Customer Development e ele está bastante envolvido tanto com o movimento do Lean Startup como o do Business Model Generation, ele já escreveu dois livros o The 4 Steps to Epiphany e o Startup Owner’s Manual, livros bem interessantes para quem quer começar uma startup. O primeiro livro, é uma leitura bem pesada e cansarivo, eu conheço poucos empreendedores que realmente leram ele inteiro, já o segundo é como se fosse um livro de referência para você utilizá-lo quando encontrar alguma dificuldade ou tiver algum dúvida.

Resumindo, Steve Blank é o cara de ensino de empreendedorismo para startups no mundo e ele colocou uma aula disponível gratuitamente no Udacity para que todos os empreendedores do mundo tivessem acesso aos cursos que ele dá.

Conheça o blog dele (http://steveblank.com/) e a apresentação que fiz sobre o Manifesto ao Desenvolvimento de Cliente que ele publico (https://startupbizmodel.com/2012/04/06/manifesto-do-desenvolvimento-de-clientes/)

As aulas são bem interessantes, começando do básico e indo até coisas mais interessantes, veja um pouco sobre o que ele ensina:

  • O que é uma startup
  • Diferenças entre startup e empresas grandes
  • Diferenças entre empreendedores e executivos
  • O que é um modelo de negócios
  • Modelo Canvas
  • Customer development
  • Lean startup
  • Estimar mercado

Entre diversas outras coisas. Eu recomendo fortemente que vocês assistam a essas aulas pois elas realmente valem a pena.

Os videos são curtos com um formato diferenciado e bem didáticos, além disso tem quiz entre as aulas para saber se você realmente aprendeu o conteúdo.

Veja a introdução das aulas:

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Assista agora mesmo as aulas: https://www.udacity.com/course/ep245

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Espero que vejam e aproveitem.

#FicaaDica

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Analisando o programa Startup Brasil

Analisando o programa Startup Brasil

Nessa última semana saiu o resultado das aceleradoras escolhidas pelo Startup Brasil, imagino que vocês devam ter ouvido falar.

Mas para quem não conhece o programa, ele é uma iniciativa do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (vulgo MCTI) que investirá R$ 36 MM, esse dinheiro será investido em até 100 startups através de 9 (antes eram 6) aceleradoras selecionadas por edital.

As aceleradoras irão selecionar as startups para participar dos seus programas de aceleração e essas, além dos valores investidos normalmente pela aceleradora, vão receber R$ 200 mil reais do programa.

A iniciativa surgiu usando o bem sucedido programa Startup Chile como exemplo, porém adaptando a realidade brasileira.

Alguns pontos interessantes a se notar:

  • A aceleradora em nenhum momento receberá dinheiro, o benefício dela será atrair as melhores startups e oferecer mais recursos financeiros para que ela seja bem sucedida e, assim, dar um retorno financeiro para aceleradora;
  • Até onde eu saiba os R$ 200 mil serão concedidos em bolsas para pagar salários, o que eu particularmente não gostei, pois as startups, em geral, investir na aquisição de clientes principalmente e precisam manter uma estrutura enxuta e essas bolsas são um incentivo a contratar pessoas demais e que podem não ser as melhores pessoas;
  • O projeto visa estabelecer um escritório no Vale do Silício para facilitar e aumentar a participação de startups brasileiras no Vale do Silício;
  • Parece que haverá uma cota para startups estrangeiras entrarem nas aceleradoras e movimentarem o cenário brasileiro, algo estilo Startup Chile;

Essa aceleradoras foram selecionadas de acordo com 4 critérios, onde a nota máxima para cada um seria 5 e a nota máxima total seria 70:

  • Equipe e estrutura (peso 5)
  • Network (peso 4)
  • Alinhamento com os objetivos do programa (peso 3)
  • Posicionamento no ecossistema (peso 2)

Se quiser dar uma olhada na apresentacão oficial, veja aqui os slides:

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Esse edital recebeu 23 propostas, infelizmente não tenho dados sobre essas propostas, gostaria pelo menos de saber as cidades delas. Dentro dessas 23, foram selecionadas 9 aceleradoras, seguem elas abaixo:

  • 21212: Rio de Janeiro
  • Papaya: Rio de Janeiro
  • Pipa: Rio de Janeiro
  • Outsource: Rio de Janeiro
  • Aceleratech: São Paulo
  • Wayra: São Paulo
  • Microsoft: São Paulo e outros locais (informação não confirmada)
  • Fumsoft: Belo Horizonte

E é exatamente essa seleção que está gerando uma polêmica sobre o programa. Obviamente não é todo mundo que ficará satisfeito com o resultado, então o Startupi fez um post falando sobre isso (veja aqui), tem alguns argumentos que vale a pena analisar:

  • “São Paulo é a cidade mais rica e por isso deveria ter mais aceleradoras”:  Apesar de São Paulo ser a cidade mais rica do Brasil, o Rio de Janeiro também tem um ecossistema de startups bastante desenvolvido e com aceleradoras mais estabelecidas do que São Paulo, dessa forma não estou surpreso com o Rio ter mais aceleradoras do que São Paulo, das mais reconhecidas apenas a Treelabs e Germinadora não foram selecionadas, mas nem sei se submeteram alguma proposta;
  • “As aceleradoras deveriam ser mais espalhadas pelo Brasil”: Esse é um argumento que eu mesmo fiz, pois TODAS as aceleradoras foram da região Sudeste, o que me deixou bem triste. Porém não posso falar que foi injusto, eu fiquei sabendo que o Porto Digital de Recife não participou (o que eu fiquei surpreso e triste novamente) e lá no Sul do país eu não conheço as aceleradoras mas tem um ecossistema interessante de startups, porém em nenhum momento do critério falava em distribuição geográfica. Então, por mais que me deixe chateado, eles estão dentro do critério estabelecido;
  • “Tudo que o governo faz é merda”: Não vale a pena conversar e nem argumentar com uma pessoas que pensa assim;
  • “Algumas aceleradoras ainda nem existem e foram selecionadas”: Também fiquei surpreso com isso, mas não posso falar nada pois não vi as propostas que eles fizeram;
  • “O governo devia abrir as propostas para todo mundo”: Apesar de gostar de transparência do governo, os projetos são da iniciativa privada, vulgo das aceleradoras, e elas passaram dados importantes tanto de funcionamento como estratégico. Dessa forma, abrir o jogo das aceleradoras não me parece algo que elas gostariam de fazer;
  • “Todo o dinheiro do programa deveria ir para as startups”: Existem pessoas para executar o programa que precisam ser pagas, existem custos de viagens, palestras (O Steve Blank virá para o Brasil, imagine o cash dele), será montado um escritório no Vale do Silício entre diversos outros custos da operação, então se você fizer a conta do número de startups vezes o valor do investimento e dizer que o resto do dinheiro vai todo por causa da corrupção, fique quieto e tente faça um cálculo descente pelo menos antes de vier falar isso;

Por último, mas não menos importante, o Felipe Matos, fundador do Startup Farm e do Instituto Inovação, foi escolhido para fazer a operação do Startup Brasil dando um aval do mercado, dessa forma, mesmo que eu não goste do governo e da politcagem que eles fazem, eu confio plenamente que o Felipe vai fazer de tudo para que seja tudo feito por meritocracia. Que as melhores aceleradoras sejam selecionadas, que o programa não seja emperrado por politicagem e outros eventuais problemas que se tem quando se trabalha com o governo.

Vale lembrar que o Edital para as startups ainda não saiu e deve sair no final desse mês, vamos aguardar para ter mais detalhes.

Lembrando que essa é minha opinião e o meu único objetivo é que o programa do governo não seja desmerecido apenas por ser do governo, ele veio aqui para fomentar e ajudar o ecossistema de startups do Brasil e posicionar o Brasil como um polo empreendedor no mundo.

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Não concorda comigo? Deixe seu comentário que eu vou adorar ouví-lo e ver se faz sentido.

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Empreendendo Parte 1: Tudo começa com o porque!

Empreendendo Parte 1: Tudo começa com o porque!

 

Atualmente ser empreendedor é a “profissão” da moda e você pergunta a um jovem universitário e é bem provável que ele pense em fazer uma startup, porém, como o capitão Nascimento dizia, ” NUNCA SERÃO”. Ok, estou exagerando um  pouco.

Mas ser empreendedor é um trabalho muito mais duro do que as pessoas acreditam e que a mídia adora utopisar, mostrando o empreendedor tendo uma ideia brilhante e  ficando rico. Porém tem muita coisa entre esse caminho que não é mostrado.

Eles não mencionam o trabalho duro por trás, empreendedor não tem final de semana e não tira férias, é preciso viver a sua startup, sendo que muitas vezes você não sabe se ela vai estar viva próximo semana. Todo empreendedor sabe que é uma montanha russa emocional, às vezes você acredita que vai dominar o mundo e outras que você está fazendo tudo errado e que vai quebrar próxima semana.

Além disso, pelas estatísticas, por volta de 80% das startups irão morrer!

Então o que leva um empreendedor a arriscar tudo num ambiente tão incerto e difícil? Dinheiro? Se você fizer os cálculos de quanto você trabalhará e da chance de conseguir dinheiro, verá que é muito difícil compensar financeiramente falando, melhor ir virar um gerente ou executivo numa grande empresa. Então por que eles fazem isso? Eu identifiquei dois pontos principais:

 

  • Visão: Eles tem uma visão de mundo que querem que ela aconteça de todas as formas
  • Paixão: Eles tem um motivo maior como mudar o mundo para seguir

 

Sem nenhuma desses dois pontos, a chance de um empreendedor não aguentar as dificuldades e desistir é muito maior. Sempre que você tiver um problema ou dificuldade, revisite a sua visão e a sua motivação para lembrar do porque você começou a sua startup. Isso te ajudará bastante nesse longo percurso. Pensando no nível da startup, essa visão e paixão dos fundadores que se transformará na cultura da empresa e é exatamente ela que servirá para os momentos de dificuldade da startup, que com certeza virão.

Dessa forma, antes de você empreender, pense nas seguintes perguntas e depois reflita se é realmente o que você quer fazer e se esse é o momento ideal:

 

1.Qual a sua motivação para empreender? Você tem paixão pelo que quer fazer?

2.Qual visão de mundo você quer atingir com sua startup?

3.O que aconteceria se você falhasse? Alguém faria sua visão acontecer?

4.Você está disposto a se dedicar quanto tempo a essa visão?

5.Se der tudo errado, quanto tempo você consegue aguentar sem a sua startup dar dinheiro?

6.Você conhece pessoas que compartilham a mesma visão que a sua?

 

Em resumo, o primeiro dos círculos é o Why (Porque) que nada mais é do que a sua Paixão mais a sua Visão e que se transformará na cultura da empresa.

Ainda quer empreender? Excelente!

Mas antes de ir para o How (Como) é preciso saber se os seus clientes compartilham da sua visão. Ou seja, fale com os seus potenciais clientes.

Durante o carnaval, aproveite para pensar no porque você quer empreender. =)

 

Lance sua Ideia com o Startup Ignition

Lance sua Ideia com o Startup Ignition

 

Sabe daquela ideia que você tem e que está com problema para colocar em prática? Tire-a da gaveta e coloque-a no mercado em apenas 3 dias com o Startup Iginition. Esse é o novo projeto que estou começando junto com o Guilherme Mosaner (responsável pelo desenvolvimento de negócios da aceleradora Startup Farm) e o pessoal da excelente consultoria de design Voël.

O objetivo é juntar conhecimentos de negócios, design e desenvolvimento num trabalho intensivo de 3 dias para modelar e prototipar a sua ideia.

Quer conhecer mais sobre o nosso trabalho? Veja abaixo o nosso folder com o processo e a equipe completa:

 

Startup Ignition Lançando boas ideias Empreendedorismo Startup modelo de negócios consultoria MVP desenvolvimento negócios

Pesquisa sobre Startup para MBA

Pesquisa sobre Startup para MBA

Pessoal,

Estou fazendo o meu trabalho de conclusão de curso do meu MBA sobre startups, mas especificamente um comparativo entre startups com modelos validados lá fora e startups inovadoras, e estou fazendo uma pesquisa para obter dados para analisar.

Eu gostaria de ter ao menos 50 startups nessa pesquisa e, por enquanto, estou com apenas 30! Preciso de uma ajuda nessa para poder fazer um trabalho legal!

A pesquisa é bem rápida, não leva nem 5 minutos! Por favor, respondam a pesquisa clicando na imagem abaixo:

Pesquisa startup modelo de negócios, canvas, copycat, MBA, TCC

PESQUISA STARTUP PARA O TCC DO MBA

OBRIGADO =)