The Demoday is dead, long live the Demoday

The Demoday is dead, long live the Demoday

What there is in for me:

  • Why Demodays aren’t working anymore?
  • How Wayra Brazil improved its Demoday format and achieved great results
  • What others startupa accelerators are doing?

In 2014, our team at Wayra Brazil was struggling with the limited results in our last Demoday. Wayra Brazil, as most startup accelerator, had at the end of its acceleration period an event to present its accelerated startups to investors and the market.

To contextualize, in Brazil, we were having a boom of startup accelerators, leading to a boom also in Demodays. Most of them were quite similar, a big event where startups pitched 5-10 minutes to an audience of around 100 people composed of venture capitalists, angels investors, press, partners (lawyers, accountant…), other accelerators, and other startups. After the pitch session, there was some moment to socialize, especially for the entrepreneurs to talk with the investors, while having food and drinks.

It was a big event, therefore was not only expensive but also a burden to organize it.

Our team decided to analyze the problems and propose improvements to this “traditional” format. As we always ask our startups to talk to their potential clients to understand their problems and perspective, we started by talking with our clients: Wayra’s startups, angel investors, and venture capitalist.

Talking with entrepreneurs, we understood better many of the challenges they faced and also asked for ways to improve. The main problems were:

– They had a lot of pressure to do the perfect pitch in 5-10 minutes in front of a big audience;
– They didn’t want to open all their numbers since there were non-investor people, press, and might even have competitors;
– They also had trouble to talk with the investors after the pitch session since the event was crowded, and investors were always stopped by someone;

Talking with the investors, we discovered more problems.

  • The partners in the VC funds didn’t want to participate in Demodays anymore because they couldn’t talk with the entrepreneurs, and startups didn’t present the important numbers. So they sent their analysts which didn’t have the same view and decision power;
  • Investors agenda, especially partners, are really complicated with many travels out of the town;
  • Investors started to see the Demodays as a networking event, instead of a significant deal flow event;

In summary, Demodays were starting to become more of a party than a fundraising event, which, of course, wasn’t what we wanted.

Working with those problems and the ideas investors and entrepreneurs told us, we began to brainstorm how we could improve the Demoday and achieve our goal of increasing the number and the volume of investment in our startups.

After a couple of days discussing, we decided to not only change some things of the Demoday, instead to restructure it. We decided to focus on improving the connection between the entrepreneurs and the investors. That is when we came up with the concept of the Demoweek. Here follow the main changes:

  • The event would be only to investors (angels investors and venture capitalist). If you’re not an investor, sorry but you’re not invited;
  • Instead of a big event for many people, we decided to make it more like a business meeting. The entrepreneurs would have 20 minutes with an audience of no more than 15 investors, who could ask any question at any time;
  • The Demoweek would be (surprise) a week long, giving more schedule options to the partners of the funds to participate. The investors would be divided into small groups to interact better with the entrepreneurs;
  • Each day 8 startups would pitch during the morning organized by the amount they were raising. So we had different days for angel investors, seed investors, Series A, and Series B, making it more straightforward for the investors;
  • Each day after the pitch session, we would offer lunch to the investors and entrepreneurs, giving more opportunity for interaction between the investors and the entrepreneurs;
  • Not all graduating startups were presenting, only startups that were performing and that were raising capital presenting. Also, they could be from any previous batch;

With all those changes, we had incredible results in our first Demoweek. The entrepreneurs and the investors loved the new format. More important; we increased the number of investments in our startups.

We achieved all this while lowering the cost and burden to organize the event. After our first experience, it was settle, our Demoday from that day on, would not be a Demoday, but a Demoweek.

We’re not the only ones to realize the problems of the Demodays, some of other Wayras were trying different formats to improve the outcome.

I know other formats from different accelerators that doing interesting things to solve those problems

One of those accelerators is Techstars Chicago, which has two separate Demodays. The first one happens in the morning only for important investors, where they put all the startups to pitch at the same time to different investors, one at a time, and then the startups rotate to pitch to another investor. The second is in the afternoon and is a bigger event open to the other parties in the community, more similar to the “traditional” Demoday.

The Demodays as we know are with their days counted; new formats will appear to solve the problems listed above and also to adapt to local ecosystems.

I would love to hear your experience with Demoday. How did you think they could be improved? Which other formats did you see and enjoyed?

Key Takeaways:

  • The Demoday format has many problems that some accelerators are trying to solve
  • Dare to think outside of the box, don’t be stuck with a traditional format if it’s not working for you
  • There isn’t a one size fits all for the Demodays, 
  • Always get your customer perspective of a problem before coming up with a solution

Case – ContaAzul

Case – ContaAzul

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Nota do editor: Este artigo é de autoria de João Augusto Zaratine, CMO do sistema de gestão de empresas online ContaAzul  e convidado para nos contar um pouco sobre o modelo de negócios de sua startup.

Nossa história começou na Informant, empresa de desenvolvimento de software localizada em Joinville, quando criamos uma solução interna para gerenciar nossas próprias financias. O Software funcionou resolveu nossos problemas muito bem e o batizamos o sistema de Ágil ERP. Com o nosso Minimum Viable Product (MVP), ) começamos o trabalho de vendas sempre atentos ao feedback dos nossos clientes para evoluir o produto.

De olho em um grande player no mercado americano, o Quickbooks, percebemos que o Agil ERP poderia ser muito maior do que qualquer software que já entregamos para um cliente na Informant. Atualmente cerca de 80% das empresas americanas usam o Quickbooks, e em 2011 seu faturamento chegou na casa de 4 bilhões de dólares. Vimos que o mercado brasileiro era muito favorável para um sistema como esse pois, segundo uma pesquisa do Sebrae de 2008, 86% das micro e pequenas empresas no Brasil utilizavam papel e caneta para gerenciar suas finanças.

As oportunidades eram enormes, e estávamos com muita energia pra fazer tudo acontecer, para viver o famoso “startup dream”, mas com nosso MVP no ar vimos que precisávamos muito mais do que um sistema online que fazia o mínimo pelas empresas.  Mais do que investimento, naquele ponto precisávamos de mentoria de pessoas com experiência maior que a nossa.

Neste ponto conhecemos a Bedy Yang, em um dos eventos do BR New Tech. Dois meses depois embarcávamos para o Vale do Silício para sermos acelerados pela 500 startups. Ali aprendemos que trazer um modelo de negócios de sucesso nos Estados Unidos para o Brasil é muito mais desafiador do que se pensa, o usuário brasileiro ainda olha a internet com muita desconfiança, ele precisa de suporte e apoio o tempo todo. Ter um canal de suporte por telefone ajuda muito na retenção e no relacionamento com os clientes, eles se sentem muito mais à vontade quando têm alguém do outro lado para conversar e ouvir a voz.

O usuário brasileiro também precisa de uma interface muito mais intuitva e explicativa. Ter um time de User Experience dentro da empresa pode fazer toda a diferença e as empresas brasileiras estão começando a se abrir para isso. Nos Estados Unidos a boa usabilidade é lei e chega até a ser o diferencial competitivo de algumas startups.

Para maximizar a proposta de valor do nosso modelo de negócios trocamos todo o conceito da empresa. O Agil ERP passou a se chamar ContaAzul, e começamos a trabalhar este conceito da tranquilidade e segurança, que só uma conta com saldo positivo pode gerar, em todos nossos nossos canais de contato com o cliente. Não basta ter um modelo inovador para gerar receita ou um grande mercado para crescer.

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Conta azul - Modelo de Negócios - WorkHard & Be Nice to People

Nosso maior aprendizado é que a experiência dos nossos clientes com o nosso suporte, com a nossa marca e com o nosso sistema é o que vai nos diferenciar dos concorrentes e nos fazer ganhar mercado.

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Modelo de Negócios – Ingresse

Modelo de Negócios – Ingresse

Fico orgulhoso de fazer um post sobre uma startup da minha cidade natal, Manaus. Apesar de fazer muito tempo que não vou para Manaus (18 anos), sempre acompanho as notícias sobre empreendedorismo na região.

E, em janeiro desse ano, uma startup muito interessante nasceu por lá, a Ingresse. Ela foi fundada pelos manauaras Gabriel Benarrós e Marcelo Enrique, junto com o francês Sábastien Robaszkiewicz.

Gabriel e Sébastien estavam estudando em Stanford, quando resolveram ir para o Brasil se juntar ao Marcelo para criar uma plataforma para venda de ingressos online que tivesse uma camada de rede social, de forma que as pessoas pudesse escolher o evento que irão não apenas pelo evento em si, mas também pelos amigos que estão indo para esse evento.

Com certeza é um mercado bem interessante, porém é atualmente dominado por algumas empresas que cobram taxas absurdas de “conveniência” e, mesmo assim, você ainda precisa pegar o ingresso ou pagar para lhe enviarem.

Com a Ingresse, surge um interessante contraponto, principalmente para pequenos e médios eventos. Onde todo o sistema é digital, sem a necessidade de ingressos físicos, o que permiti a cobrança de taxas bem menores.

Em maio, eles receberam aporte da aceleradora 500 Startups, importante aceleradora do Vale do Silício fundada pelo Dave McClure, junto com investidores estrangeiros e brasileiros. O valor do aporte foi entre 1 e 2 milhões de reais, os investidores preferiram não divulgar o valor exato.

Além do aporte, eles foram selecionados para participarem dessa rodada das aceleradas da 500 Startups, sendo que ela foi a única brasileira dessa rodada.

Você deve estar se perguntando o que chamou tanto a atenção da 500 Startups numa startup amazonense. Apesar do mercado brasileiro e de ingressos online ser interessante, o que chamou a atenção deles foi o excelente time que eles montaram com uma mistura de talentos nacionais e estrangeiros, dentre eles 4 que passaram aqui por Stanford. Com certeza um time bem acima da média nacional.

O modelo de receita deles é através de uma taxa pela compra do valor do ticket, esse valor é de 10% com um mínimo de R$ 5 e um máximo de R$ 25, além disso eles oferecem funcionalidade premium (destaque, relatório de acesso, contato por email com os clientes…). Eventos que não possuem venda de tickets são gratuitos.

Segue o modelo canvas para uma visão do todo:

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Em relação aos riscos que eles enfrentarão, o maior é o da concorrência de empresas gigantes como Ingresso Rápido e Ticketmaster, sendo que provavelmente eles não se posicionarão como concorrentes direto, focando incialmente em pequenos e médios eventos. De qualquer forma, eles possuem como vantagem competitiva a integração com redes sociais, o que deve dar uma boa tração para a Ingresse.

#Ficaadica: Não é porque você está fora dos principais ecossistemas de startups brasileiros que você não pode pensar grande. O Vale do Silício não é mais um lugar mítico onde nunca ninguém chegou, se você tiver uma excelente equipe, o céu é o limite. Interessante ver que o fato deles estarem em Manaus serviu como um beta para testar e aprender antes de se entrar em mercados mais competitivos como São Paulo e Rio de Janeiro. A Ingresse conseguiu transformar uma franqueza numa oportunidade. E você? Qual a sua fraqueza? Será que ela não poderia jogar a seu favor?

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Citação – Dave McClure

Citação – Dave McClure

É difícil creditar essa frase ao Dave McClure (quem conhece ele sabe), pois ele adora usar frases de efeitos com palavrão, mesmos assim é uma frase muito interessante e que resume o que todos os investidores dizem: “O importante é o time”, porque se o time for bom, ele vão achar um caminho para criar um produto ótimo num mercado interessante.

Citação – Dave McClure

Citação – Dave McClure

Essa citação, apesar de muito importante, ela é pouco levada em consideração.

Criar funcionalidades que não estão intimamente relacionadas com o seu produto ou produtos que não fazem parte do core business da sua empresa pode ser problemático no longo prazo.

Lembre-se, matar funcionalidades e produtos nunca é fácil, pois sempre existirão usuários que usam e que podem não gostar disso.