Modelo de Negócios – Bedoo

Modelo de Negócios – Bedoo

Em janeiro de 2012, os amigos Gustavo Ribeiro, Jorge Metello e Marcelo Cardenuto resolveram criar uma startup para ajudar as pessoas a decidirem o melhor produto para comprarem online de acordo com o seu perfil e necessidades, assim nasceu o Bedoo. Ele surgiu com uma forte ligação com a ESPM, participando da incubadora dela durante seu estágio inicial.

O Bedoo tem como missão fazer com que o consumidor tenha a melhor compra possível para ele. Como? Oferecendo o  produto certo, com o melhor preço e adequado às suas necessidades, baseando no perfil, estilo de vida, comportamento e atitudes de cada um dos clientes. Esse conceito é chamado de Fast Shopping, pois o cliente não precisar fazer longas pesquisas para encontrar o melhor produto para ele.

Eles já possuem parceria com grandes lojas de e-commerce e, por isso, conseguem atuar em todo o Brasil. Na verdade, isso é uma das exigências que eles tem para as lojas parceiras, o que é bem interessante, pois eles querem manter um nível de qualidade para não sujarem a reputação do Bedoo. Veja as outras exigências que eles fazem:

  • Logística para todo o Brasil;
  • Site de e-commerce dentro dos padrões de mercado;
  • Disponibilidade para diversas formas de pagamento;
  • Política rígida de privacidade e de segurança das informações dos usuários;
  • Termos e condições dentro dos padrões de mercado;
  • Selos indicativos de qualidade do site e de segurança das informações.

O modelo de negócios do Bedoo funciona como uma plataforma, ela tenta conectar dois segmentos de clientes com propostas de valor diferentes e recebe uma taxa para fazer essa conexão. Ele ajuda os clientes que querem comprar numa loja online a acharem o produto certo para eles com um bom preço e levam esse cliente para a loja do parceiro para que o cliente possa efetivar a compra e ele ganha uma taxa por isso.

Para funcionar bem o modelo, eles precisam focar nos clientes que querem comprar online com sugestões baseadas no perfil deles, pois eles não se tem certeza se esse segmento de cliente realmente existe e quão grande ele é, ao contrário das lojas de e-commerce que todos sabemos que existem e que já fazem parcerias com empresas que levam clientes para eles.

Ou seja, o sucesso do Bedoo dependerá se as pessoas realmente vão querer recomendação para comprar online e se o algorítimo de recomendação será bom o suficiente para que as pessoas fiquem felizes com as recomendações feitas. Dessa forma a reputação deles é muito importante, pois a melhor forma de crescimento deles é através de clientes que ficaram satisfeitos com o serviço e recomendaram. Pois, do contrário, o custo de aquisição de clientes pode tornar inviável a operação deles.

Abaixo segue o modelo Canvas para vocês verem com mais detalhes:

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O design do site deles é muito bonito, intuitivo e com uma user experience (UX) muito boa. O fato das perguntas serem simples, diretas e não passarem de 5, torna muito simples e fácil de se usar. Além disso, eu gostei da corujinha com cara de má! ehhehe

Eles inclusive foram finalistas do prêmio Brazil Startup Award no quesito UX, acabaram não levando, mas de qualquer forma é um bom reconhecimento do trabalho deles.

Abaixo segue uma foto da equipe durante o evento:

O conceito é interessante, resta passar saber se o mercado vai aprovar, em breve saberemos se os brasileiros querem um “vendedor online” ajudando eles a decidirem ou se eles vão continuar pesquisando eles mesmos pelo melhor produto ou buscando recomendações de amigos.

Outro ponto importante é que eles disputam por clientes do Buscapé, Bondfaro, outras startups de recomendação e busca de produtos online e até do próprio sistema de recomendação e mais vendidos das grandes lojas online. Talvez seja interessante eles focaram num nicho específico desse mercado para começarem e irem expandido para outros nichos. Quem sabe um nicho interessante é o de pessoas sem tempo para buscarem o melhor produto, essas pessoas normalmente possuem uma baixa sensibilidade a diferença de preço mas que são mais exigentes do que a média. No outro extremo, temos o nicho das classes C, D e E que estão crescendo bastante, são altamente sensíveis a preços mas que, em geral, não possuem muito conhecimento sobre produtos tecnológicos. A falta de foco talvez seja um ponto que dificulte muito o crescimento deles.

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#FicaaDica: Um bom design e uma boa experiência de usuário podem ajudar bastante na sua startup, quanto mais direto e simples for o site, mais intuitivo e fácil ele será de se usar. Apenas isso não tornará sua startup um sucesso, mas pode ter certeza que será um bom diferencial frente aos seus concorrentes atuais e os que virão atrás de você caso sua startup dê certo!

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Modelo de Negócios – Dabee

Modelo de Negócios – Dabee

Desde que cheguei no Vale do Silício eu não fiz nenhum post de modelo de negócios novo, por isso eu resolvi tirar um tempo para escrever sobre uma startup de brasileiros que está aqui no Vale do Silício.

Logo no começo da minha viagem eu conheci a Adriana que trabalha na Dabee, ela foi bem legal comigo e me convidou para ir visitar a Dabee um dia e conhecer os fundadores.

A Dabee foi fundada por três empreendedores, dois brasileiros: Gui Bastos (CEO) e Helcio Nobre (COO), e um indiano: Abhijit Das (CTO). O Gui e o Abhijit trabalhavam para o eBay e o Helcio para o PayPal, então eles possuem uma boa experiência de e-commerce e transações online e internacional

A startup ainda é nova, foi fundada em 2011, e está na aceleradora Plug & Play Tech Center, uma das maiores do mundo. Nesse ponto você deve está se perguntando o que a Dabee faz, ela faz a exportação de produtos dos EUA que não existem em outros países ou que ainda não chegaram, o que é uma oportunidade de mercado bem interessante.

Imagine que você está no Brasil e quer comprar um Novo iPad agora, a menos que você tenha algum conhecido que vá viajar para trazer para vocês, você não conseguirá comprar até a Apple lançar no Brasil, o que pode levar alguns meses. Ou você pode usar a Dabee para comprar.

Outro segmento de cliente são o de pessoas que procuram produtos especializados ou profissionais que não existem no Brasil ou são muito caros. Se você é um alpista profissional, é bem difícil e caro de achar material profissional para a sua escalada, dessa forma você pode usar a Dabee e receber no Brasil sem nenhum problema.

Mas como ela funciona? Ela possui uma base de produtos (que você pode pedir para adicionar mais) que eles compram aqui nos EUA e enviam para o país desejado pagando todos os impostos e custos de transporte de uma maneira simples e fácil. É importante notar que muitas empresas aqui não enviam para outros países e é nesse ponto que a Dabee entra.

O modelo de receita deles é bem simples, eles cobram uma taxa pelo serviço de compra e envio para o país e seu modelo é escalável visto que eles usam centros de distribuição terceirizados e o transporte é feito por companhias de logística.

Abaixo segue o modelo canvas da Dabee:

Acredito que o risco principal é o de manchar a reputação, porque a Dabee faz envio de produtos internacionalmente o que é bem sensível a reputação, por isso é muito importante ter uma boa reputação devido a distância e dificuldade de se resolver um problema caso a pessoa venha a ter.

Eu gostei bastante do modelo de negócio deles e atualmente eles estão focando bastante no Brasil, o que possui um potencial enorme. Claro que a entrada da Amazon no mercado brasileiro posso semestre e pode complicar um pouco a vida deles, porém é possível que não atrapalhe muito devido ao segmento de mercado alvo deles, onde eles buscam atender a calda longa do mercado.
De toda forma, eu torço pelo sucesso deles e é um bom exemplo de startup de brasileiros formada aqui no Vale do Silício.
#FicaaDica: O mercado de calda longa, descrito no livro A Calda Longa, do Chris Anderson, é um mercado muito grande e que pode render bons negócios, basicamente ele fala que com a internet existe um grande mercado de nichos que agora podem ser atingidos e que ele é extremamente rentável. Se você não conhece o conceito, vale a pena ler esse livro pois ele mudou o jeito que as pessoas vem o mercado. 

Análise de Modelo de Negócios – Camiseteria

Análise de Modelo de Negócios – Camiseteria

Praticamente todo mundo gosta de camisetas, não é? Um dos motivos é que elas tornam visível aos outros seus sentimentos e gostos, mas você já pensou em fazer a sua própria camiseta?

Essa é a proposta da Camiseteria, uma empresa que utiliza a concorrência criativa para desenvolver novos tipos de camisetas.

A Camiseteria foi criada em 2005 pelo Fábio Seixas e o Rodrigo David, depois que o Rodrigo participou de um concurso de estampas de uma empresa americana e acreditou que esse modelo poderia funcionar no Brasil. E deu tão certo o modelo que em 3 meses eles atingiram o break-even.

O modelo dela  funciona como um concurso de estampas aberto, onde qualquer pessoa pode submeter uma estampa e os próprios usuários escolhem as melhores estampas que serão feitas e vendidas pela Camiseteria. As pessoas que tiverem suas estampas selecionadas recebem 800 reais em dinheiro e 500 reais em produtos.

A escolha da estampa pelos usuários não é o único critério utilizado para decidir as estampas que serão comercializadas pela Camiseteria. Na verdade são 4 critérios que seguem abaixo:

  1. Nota dos usuários
  2. Fator “Eu Compraria”
  3. Questões técnicas
  4. Nota da equipe Camiseteria
Os concursos duram 10 dias e depois são escolhidas de 4 a 6 estampas que seram comercializadas.

A transparência e a recompensa dos usuários, como você pode perceber, são pontos essenciais da empresa e, por isso, eles criaram um Manifesto Camiseteria, que vocês podem ler aqui:

http://www.camiseteria.com/manifesto.aspx

Outro ponto bastante importante é a comunidade deles, o sucesso da Camiseteria depende da sua comunidade de clientes e designers de estampas para poder fazer as estampas e escolher as melhores, por isso é importante que eles tenham um especial cuidado com ela.

E como a opinião pública é bastante importante para eles, eles fizeram algo curioso e corajoso, criaram um setor onde qualquer um pode ver o que está se falando da Camiseteria no Twitter, o que a torna mais transparente e com a necessidade de cuidar bem da comunidade. Vale a pena dar uma olhada:

http://www.camiseteria.com/twitter/

Eles utilizam uma forma de incentivar ativamente a comunidade a divulgar a Camiseteria que é o programa de pontos deles, onde eles premiam as pessoas que divulgam eles nos seus sites e quem mandar foto com as camisetas da Camiseteria. Esses pontos valem reais e podem ser trocados por produtos nas lojas.

Abaixo segue o modelo Canvas da Camiseteria para vocês poderem analisar melhor:

Esse modelo de crowdsourcing possui alguns riscos:
  • Risco de atrair poucos designers para fazerem estampas
  • Risco das estampas serem ruins
  • Risco dos clientes não gostarem das camisetas

Apesar de ser um modelo de crowdsourcing, ele é diferente de outros modelos que eu já analisei aqui:

Provavelmente o que mais se assemelha é o do We.do.logos, que também é de concorrência criativa, porém ele funciona de maneira criativa, vale a pena comparar os dois para entender melhor a diferença.

Abaixo seguem alguns dados da empresa:

  • Criação: Em 2005
  • Fundadores: Fábio Seixas e Rodrigo David
  • Setor de atuação: E-commerce de camisetas
  • Break-Even: Em 3 meses
  • Modelos disponíveis: Atualmente são 41 masculinos e 165 femininos

#FicaaDica: O modelo crowdsourcing pode ser utilizado de diversas maneiras e em diversos setores e, por isso, vale a pena estudá-lo para verificar se esse modelo pode ser utilizado na sua startup. Apesar dele ser um modelo com enorme potencial, ele exige habilidade de se trabalhar com comunidades e rede sociais, o que exige da empresa uma transparência muitas vezes maior do que elas estão dispostas a ter .

Análise do Modelo de Negócios – Likestore

Um dos conceitos mais quentes de internet atualmente é o social-commerce (s-commerce). Devido ao fato das redes sociais fazerem cada vez mais parte das nossas vidas, o s-commerce se toronou uma evolução natural do e-commerce.

O s-commerce nada mais é do que um comércio eletrônico que usa as interações de mídias sociais dos clientes como forma de complementar o processo de compra e venda de produtos e serviços online.

Esse conceito pode ser tão simples como uma lista de desejo compartilhada ou avaliação de produtos pelos usuários, porém ele está atingindo outro nível de interação com o aumento das redes sociais.

No Brasil esse modelo está começando a surgir aos poucos, durante o Desafio Brasil 2011 eu vi a apresentação de duas startups que pretendiam utilizar esse conceito:  A Trendis e a ShopDeck. Porém essas startups ainda estavam com muitas hipóteses e pouca  ou nenhuma validação desse modelo no Brasil.

Outra startup  que vem trabalhando com esse modelo e tem tido sucesso é a LikeStore. Ela foi criada pelo Gabriel Borges e foi lançada oficialmente em 9 de agosto desse ano.

Ao contrário da Trendis e da Shopdeck que queriam levar o conceito para as lojas virtuais, a LikeStore permite que pessoas e empresas criem lojas virtuais dentro do Facebook, o que faz com que o s-commerce seja ainda mais natural. O fato das lojas serem dentro do Facebook, permite uma maior integração entre os usuários e suas redes sociais com as lojas e seus produtos.

Apesar de ser uma plataforma dentro do Facebook, eles não pretendem se limitar uma rede social e querem expandir para outras como Google+ e Orkut.

O modelo de receitas dela é sobre as vendas feitas na loja, onde ela fica com 2% das receitas. Por não ter mensalidade ou taxa de adesão, eles conseguem ser um investimento com risco quase zero para os vendedores,  o que tem atraído diversas lojas. Atualmente são mais de 1500 lojas operando na LikeStore.

Devido a algumas peculiaredades do Facebook, foi necessário o desenvolvimento de um sistema de pagamento específico para atuar nessa rede social. É aí que entrou a parceria estratégica com o Moip,  sistema de pagamento digital que estava desenvolvendo uma solução para esse problema.

Além dos 2% que as empresas tem que pagar para a LikeStore, elas precisam pagar 5.9% para o Moip pela utilização do serviço de pagamento digital. Resumindo, a empresa tem um custo operacional total (LikeStore + Moip) de 7.9%. A LikeStore também faz a gestão do estoque das lojas, de forma que seja o mais fácil possível para a criação e manutenção de uma loja virtual.

Sua expectativa de transações é de 150 mil com um ticket médio de 120 reais no seu primeiro ano, o que daria 18 milhões de reais em vendas e uma receita de 360 mil reais no primeiro ano.

Abaixo, como sempre, segue o modelo canvas da LikeStore:

Likestore

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Os riscos desse modelo são:

    • Não atrair lojas para sua plataforma
    • Os usuários não se interessarem por lojas dentro de redes sociais
    • As redes sociais decidirem cobrar ou proibir o uso das lojas dentro das suas plataformas

Com tudo isso, a LikeStore foi considerada uma das 10 empresas mais quentes do Brasil segundo a Forbes. Lista que eu discordo um pouco, mas não em relação a essa startup.

Para quem quiser ver as outras 9 startups escolhidas, segue o link:

http://www.forbes.com/sites/ricardogeromel/2011/10/20/top-10-startups-in-brazil/

Dados da empresa:

    • Fundador: Gabriel Borges
    • Setor de atuação: Comércio eletrônico
    • Lançamento: Agosto de 2011
    • Número de lojas: Mais de 1500
    • Expectativa de faturamento em 2011: 360 mil reais

#FicaaDica: Enquanto alguns concorrentes queriam levar os benefícios do s-commerce para as lojas, a LikeStore inverteu a lógica e resolveu levar a loja até as redes sociais e com isso encurtaram o caminho das lojas até o ambiente social. Outro ponto interessante de sua estratégia foi de cobrar sobre as vendas da empresa, pois, apesar de ser um valor variável e mais arriscado, assim eles derrubaram a barreira de entrada de novos usuários ao sistema. Eles podem fazer isso pois seus custos por nova loja são muito baixos e garante que mais lojas entrem para a plataforma, benefício semelhante ao do modelo Freemium.

Análise do Modelo de Negócios – Shoes4you

O mercado de e-commerce brasileiro está crescendo a um ritmo bastante acelerado, mas está carente de inovação.

Mas uma empresa que está inovando é a Shoes4you, que é uma empresa que está começando a operação nesse ano e atua no mercado de vende sapatos femininos online, mercado esse que tem se mostrado bastante promissor. Um exemplo de sucesso nesse mercado é a Dafiti que tem entrado com força nele e obtido um crescimento muito bom.

Ao contrário da Dafiti que é uma loja virtual de sapatos femininos, a Shoes4you vende sapatos de sua própria coleção e com um modelo inovador de assinatura mensal.

No Shoes4you a cliente paga uma taxa mensal de 140 reais para receber no email uma seleção de sapatos feitas pelas personal sylist, dos quais ela escolhe um que receberá na sua casa. Caso ela tenha gostado de mais de um par, ela pode comprar por mais 140 reais por par, porém, no caso de não ter gostado de nenhum, ela pode pedir outra seleção ou simplesmente “pular” o mês e não pagar nada nele.

Esse modelo é interessante porque as clientes se sentem exclusivas ao receberem uma seleção feita especialmente para elas e por aproveitar o fato de mulheres comprarem muito por impulso.

Na verdade, a Shoes4you é mais uma empresa de uma onda de copycats que estão aparecendo no Brasil. Copycats são empresas que trazem um modelo que já deu certo lá fora (principalmente nos Estados Unidos) e que ainda não existe esse modelo por aqui. Apesar do nível de inovação ser apenas no mercado local, eles tem se mostrado bem sucedido e atraído a atenção de fundos de investimentos. Um exemplo disso é a própria Shoes4you que recebeu investimentos da Redpoint Ventures e de outros fundos.

ShoeDazzle, que é a empresa que a Shoes4you copiou o modelo, foi fundada em 2008 e tem sido bem sucedida, inclusive recebeu recentemente mais US$40 MM de investimento para financiar a expansão nos Estados Unidos e entrada no mercado inglês.

Abaixo segue o modelo Canvas da Shoes4you:

 

Shoes4you

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Os principais riscos desse modelo são:

  • Rejeição ao modelo de assinatura mensal
  • Problemas de logísticas

 

Dados da empresa:

    • Fundadores: Olivier Grinda, Fabrice Grinda, Carlos Martin e Jose Marin
    • Setor de atuação: E-commerce de sapatos femininos
    • Lançamento: Ano de 2011
    • Personal stylist: Priscilla Whitaker, Renata Bacelar e Viviana Ximenes
    • Investimentores: Accel Partners, Redpoint Ventures, Flybridge Capital e IG Expasión

#Ficaadica: Criar copycats não é algo ruim, na verdade é uma boa oportunidade de tentar reduzir os riscos de abrir uma startup e de facilitar o recebimento de investimentos. Porém é importante adaptar o modelo ao mercado que você quer entrar e de inovar para não ficar para trás nesse mercado.