Workshop – Crie um Modelo de Negócios que Funciona

Workshop – Crie um Modelo de Negócios que Funciona

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Pessoal, se você está começando o seu negócio, precisa estruturá-lo e ainda não tem um modelo de negócios definido, dia 18 de Dezembro (Terça-Feira) vou dar um workshop chamado de “Crie um Modelo de Negócios que Funciona”, esse workshop será presencial e em São Paulo.

Dia: 18 de Dezembro (DATA ALTERADA PARA 08 de Janeiro)

Carga-Horária: 2 horas

Local: Av. Paulista, 2.202, 3º andar, CJ 31 na Consolação, Zona Central, São Paulo

Preço: 60 reais

Aproveite que as vagas são bem limitadas. Veja mais informações e inscreva-se no link abaixo:

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http://www.easyaula.com.br/aulas/3c871402de-workshop-Crie-Modelo-Negocios-Funciona-

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Qualquer dúvida, mande-me um email: StartupBizModel@gmail.com

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Canvas e o Monteiro Lobato

Canvas e o Monteiro Lobato

Nesse feriado, eu aproveitei para fazer um passeio de bicicleta no centro de São Paulo com uma visita guiada falando sobre os grandes escritores que viveram na região.

E eu ouvi uma história que tem tudo a ver com modelos de negócios. Sim, não estou brincando, literatura e inovação em modelos de negócios. =)

Perto da praça da Sé tem um prédio que antigamente era uma editora fundado pelo célebre escritor Monteiro Lobato, chamada Editora Monteiro Lobato e que depois passou a ser chamada de Companhia Editora Nacional.

Monteiro Lobato era um sonhador e idealizador (características comum em empreendedores) e queria democratizar o acesso aos livros com a sua editora. porém o Brasil era (e continua sendo) muito grande e com concentrações de renda e conhecimento em certos pontos.

Para ele conseguir atingir o objetivo dele, ele precisaria mudar o modelo de negócios das editoras daquela época. Então o que ele fez?

Fez parcerias com municípios para reduzir o preço final dos livros e identificar qual ponto da cidade que tinha maior movimentação de pessoas. Entrava em contato com esses pontos (açougues, padarias, cafés…) para venderem livros lá. Só aí temos uma inovação de parcerias e de canal de vendas, em municípios que não tinham livrarias, não fazia sentido ter tanto esforço para tentar abrir uma livraria logo de cara se as pessoas não tinham hábito de ler.

Mas ele foi além, ele inovou no relacionamento com os clientes, pois ele oferecia livros em consignado, dessa forma os clientes (padeiros, donos de açougue…) não precisavam se preocupar com estoques encalhados e ter o risco da compra dos livros.

Foi uma sacada bem interessante que deu um impulso tanto para a editora dele quanto para a literatura nesses municípios que ela conseguiu atingir, tudo isso fazendo uma inovação no modelo de negócios das editoras.

Se Monteiro Lobato fez uma excelente inovação de negócios sem ter ferramentas como o modelo canvas, imagine as inovações que você pode fazer na sua startups usando essas ferramentas? Pegue um canvas e mãos à obra.

Não conhece o Modelo de Negócios Canvas? Veja uma apresentação minha sobre o Modelo Canvas.

 

Hora de colocar o plano em prática… Será mesmo?

Hora de colocar o plano em prática… Será mesmo?

Eu tenho certeza que você já pensou em todos os detalhes do seu projeto, talvez até tenha feito um plano de negócios com mais de 50 páginas (com sorte tenha apenas feito um modelo canvas) e agora está pronto para investir seu tempo e suas economias para começar sua startup. Pode rasgar e jogar fora tudo isso (metaforicamente falando) e vamos começar do começo.

Você deve estar se perguntando o porque disso se seu plano é lindo e maravilhoso, certo? Eu tenho certeza que ele é, só faltou combinar com o mercado e os seus clientes (sim, isso foi uma ironia). Na verdade tudo o que você tem são hipóteses e a única coisa que eu posso afirmar com certeza é que o seu plano está errado (startups atuam em ambientes de extrema incerteza, logo, um plano teórico não ajuda muito). =)

Não, não fique bravo comigo e nem com você mesmo, o que você precisa nesse momento é testar as suas hipóteses (a partir desse momento, trate todas as suas ideias e planos como hipóteses que precisam ser testadas) .

Apesar de provavelmente você estar me odiando nesse momento, eu posso lhe dizer que você acaba de economizar um bom tempo e bom dinheiro. Melhorou? Já não me odeia tanto assim? Ótimo, então agora meu objetivo é fazer você gostar de mim, por isso vou apresentar algumas formas que você poderá testar suas hipóteses tudo isso gastando nada ou com pouco investimento nesse post.

Primeiro de tudo, vamos definir 2 tipos principais de hipóteses (já aprendeu né? Tudo é hipótese a partir de agora):

– Hipótese de Problema: Muitos empreendedores pulam essa parte, eles já começam a partir da solução, se você é um desses, “jogue fora” sua solução (eu quero que você se desapegue do produto que você já imaginou) e comece do começo. Primeiro descubra se existe realmente um problema que as pessoas estão dispostas a investir (tempo, dinheiro ou curva de aprendizado) para solucionar. Se é um problema que você tem, excelente, mesmo assim você precisa ver se existem pessoas suficientes com o mesmo problema para saber se você terá um negócio.

– Hipótese de Solução: Se você chegou nesse ponto, excelente, já achou um problema que vale a pena ser solucionado (pelo menos assim espero). Agora sim você vai mostrar seu produto/serviço para as pessoas para ver se elas querem, certo? Errado mais uma vez, nesse ponto você ainda vai testar se a sua solução resolve o problema proposto, por isso você precisa testar sem ter que desenvolver o seu produto/serviço.

No conceito de customer development, você está procurando o problem-solution fit, que é o momento onde você encontrou um problema que vale a pena ser resolvido e uma proposta de solução que as pessoas acham que soluciona o problema delas e estão dispostas a investir nela (importante, é o seu segmento de cliente que precisa dizer se soluciona ou não, não você! A menos que você seja Steve Jobs e seu campo de distorção da realidade consiga englobar outras milhões de pessoas).

IMPORTANTE: Se você é um desenvolvedor, esqueça que você sabe Java, Ruby, C#, Pascal, Fortran, Assembly ou qualquer outra linguagem esdruxula de programação que você saiba. A partir de agora você será um mero “mortal” como todos os outros. Por quê? É a única forma de você parar de pensar “Estou perdendo tempo, podia estar desenvolvendo o produto já”, produto esse que daqui a 3 meses talvez ninguém além de você queira usar e algo me diz que você não conseguirá sustentar uma empresa assim, posso até estar engando… Mas não, não estou! =)

Agora vamos lá, para validar as suas hipóteses de problema e solução, eu vou apresentar algumas técnicas que você pode usar:

– Entrevistas: Dã, é óbvio que todo empreendedor faz isso, né? Infelizmente não. Apesar de ser o recurso mais simples e fácil para você buscar validar de forma qualitativa as suas hipóteses. Entrevistar pessoas é uma excelente forma de obter insighs que de outra forma você não encontraria. Numa entrevista nunca faça perguntas hipotéticas do tipo “você usaria”, “você gostaria”, “se você tivesse em tal situação”, busque sempre fazer perguntas referentes ao comportamento dessas pessoas do tipo “você já passou por tal situação”, “quando você estava em tal situação, o que você fez?”, “quando estava em tal momento, o que te ajudaria”. Encontrar uma validação por meio de comportamento passado é muito mais forte do que de uma coisa hipotética. Mas até quando eu devo fazer fazer essas entrevistas? Até você começar a enxergar padrões, as pessoas começam a falar as mesmas coisas e você começa a parar de aprender nessas entrevistas. Importante que essas pessoas não sejam amigos ou familiares, pois as respostas serão inviesadas.

– Pesquisas: Esse é outra forma muito comum de testar uma hipótese, mas, ao contrário das entrevistas, aqui você valida quantitativamente e não consegue obter nenhum insight. Por isso é recomendado fazer isso depois de ter feito as entrevistas e de ter validado qualitativamente para depois fazer uma validação quantitativa. Qual o tamanho da amostra que eu preciso? Essa é uma pergunta difícil, mas se você tiver uma amostra de mais de 50 pessoas já dá para ter um resultado interessante. Se todas as pessoas que você pesquisou tem o seu problema ou gostaram muito da sua solução, das duas uma, ou você não fez a pesquisa direito, ou você acertou em cheio. Na dúvida, considere a primeira opção.

– Landing Page: Vocês provavelmente já viram aquelas páginas falando de algo novo que será lançado em breve e que pede para deixar o email para receber mais informações, isso é uma landing page. Elas são mais comumente utilizadas para testar soluções através da proposta de valor. É uma maneira muito fácil e barata de se testar, você cria uma landing page (não coloque funcionalidades nela, apenas propostas de valor) rapidamente e divulga (redes sociais, comunidades ou mesmo adwords, gaste pouco) ela para ver se as pessoas se interessam e deixam seus emails. Existem duas ferramentas que eu gosto bastante que são simples de usar e você consegue usar gratuitamente, é a Launchrock e o Unbounce. Você pode fazer múltiplas landing pages para fazer diversos testes ou fazer um testa A/B.

– Teste A/B: É uma técnica para comparar duas páginas iguais que possuem apenas um ponto diferente, para ver qual tem a melhor taxa de sucesso. A ideia é simples, ele redireciona 50% das pessoas que entram no site para a página A e 50% para a página B, então se você tem apenas uma coisa diferente, você consegue ver qual é a melhor das duas e validar ou não sua hipótese. No nosso caso, você vai validar a sua proposta de valor, então digamos que você colocou duas landing pages iguais, só que com propostas de valor diferentes, você consegue ver através da taxa de conversão (número de emails por quantidade de visita) qual é a proposta de valor com maior apelo. O próprio Unbounce faz esses testes de uma maneira bem fácil.

– Concierge: É uma técnica de transformar o seu produto num serviço o qual você consiga simular o funcionamento sem que as pessoas percebam. Imagine que você quer testar se existe um público para um restaurante delivery, mas você ainda não tem cozinheiro, cozinha ou qualquer ingredientes. Como você poderia testar? E se você vendesse os pratos, mas esses pratos você comprasse de outro restaurante? Pode ser que você não fizesse dinheiro com isso, mas o seu objetivo é testar se existe um mercado para isso, de quebra você consegue verificar o funcionamento e quais são os pontos mais relevantes para os seus clientes. Claro que esse foi apenas um exemplo para facilitar o entendimento, mas digamos que você seja um site de busca de preço de produtos e, ao invés de você desenvolver logo de cara o algoritmo para buscar os preços, você fizesse na mão essa busca e apresentasse para os clientes? Idiotice? Talvez, mas funcionou muito bem com o Buscapé e ele vai muito bem obrigado. Dessa forma ele conseguiu validar a hipótese de solução antes de precisar investir muito em desenvolvimento. Ela é uma forma mais avançada de teste e serve principalmente para testar hipótese de solução.

– Protótipo: Qual é a sua proposta de valor mais importante? Esqueça todo o resto e crie um protótipo para testar essa hipótese, ou seja, construa algo simples e barato mas que seja o suficiente para validar ou invalidar sua hipótese. Digamos que você queira abrir um e-commerce focado em roupas para gatos. Existem muita gente apaixonada por gato, então deve existir mercado para isso, certo? Mas porque não validar antes de ter um investimento grande? Ao invés de construir uma loja online, porque não começar a vender pelo Mercado Livre? Ou criar um blog onde o pedido é feito direto por email? Ok, você deve estar preocupado com o volume de pedidos porque se não for automatizado você vai ficar atolado de pedidos para resolver manualmente, certo? Eu realmente espero que isso aconteça, pois você terá um excelente problema para resolver, ou você pode correr o risco de investir R$ 200 mil para construir a loja virtual e não ter nenhuma venda se quer (familiares não valem). Qual você prefere correr o risco?

Obviamente que essa lista não é exaustiva, ela serve apenas de referência para vocês verem que é possível (e necessário) testar suas hipóteses com um baixo investimento. Será que vocês continuam me odiando porque eu falei que o plano de vocês está errado ou vocês será que vocês entenderam que tudo que vocês colocaram nesse plano foram hipóteses que precisam ser validadas?

Agora, o que vocês estão esperando? Um convite especial para testar suas hipóteses? Vão lá e depois voltem para compartilharem suas experiências, dúvidas e sentimentos.

Modelo de Negócios – WeHeartIt

Modelo de Negócios – WeHeartIt

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Sabe quando você fica sabendo do nada de uma startup que está fazendo sucesso e você nunca tinha ouvido falar dela? Pois é, a WeHeartIt é uma dessas startups que eu descobri recentemente.

A WeHeartIt é parecido com o Pinterest onde as pessoas compartilham e dão corações para as imagens compartilhadas. Fiquei ainda mais surpreso quando descobri que na verdade ela não é um clone do Pinterest, ela veio antes dele e ainda por cima é brasileira.

Mais um caso de startup brasileira que veio antes de uma americana, mas que não tem o mesmo tamanho e reconhecimento por falta de investimento e de reconhecimento lá fora das startups brasileiras (para quem não conhece o Videolog veio antes do Youtube, mas advinha qual que fez mais sucesso…).

Voltando ao caso da WeHeartIt, ela foi lançada no final de 2007 pelo designer brasileiro Fábio Giolito, criador de outros projetos menores como o “Será Que Vai Chover?” e o “Lista Amiga“. Tudo começou porque ele queria uma maneira simples e fácil de organizar as imagens dos blogs que ele lia, dessa forma ele resolveu desenvolver a própria ferramenta para ele poder fazer isso pois não viu nenhuma no mercado. O interessante foi que os amigos gostaram e começaram a pedir para usarem e assim foi crescendo e tomando proporções enormes.

Explicando brevemente o que é o WeHeartIt (o pitch deles): É uma forma simples e fácil de organizar e compartilhar imagens e vídeos que você adorou.

O modelo de negócios deles é bem interessante, eles possuem um sistema de self-service de publicidade através da iSocket e da BuyAds.com, semelhante ao do Google AdSense, além disso eles aproveitam os links das pessoas que compram algo através do WeHeartIt para substituir por links de programas de afiliados, dessa forma ganhando um percentual pelo lead gerado. Para isso eles usam o sistema da VigLink, que substitui o link por um de afiliado, recebe o dinheiro do programa (média de 5% do produto, dependendo da categoria) e repassa 30% para a WeHeartIt. É dessa  mesma forma que o Pinterest ganha dinheiro.

Como vocês podem ver, o Pinterest e o WeHeartIt tem modelos de negócios bem semelhantes, porém o WeHeartIt usa publicidade para complementar a receita, o que aparentemente tem funcionado bem.

Abaixo segue o canvas da WeHeartIt:

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Recentemente saiu um post na Business Insider (revista respeitada de negócios) falando deles, inclusive comparando alguns dados deles com o do Pinterest, segue aqui para quem quiser conferir, “There Is A Very, Very Big Pinterest Competitor With More Than 600 Million Monthly Pageviews”.

O mais interessante disso tudo é que eles ainda não receberam investimento como o Pinterest, ou seja, todo o crescimento que eles tiveram foi orgânico. Agora eles estão em busca de investimento para tentar superar o Pinterest, obviamente, estou torcendo para o Brasil nessa disputa. =)

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#FicaaDica: Um dos fatores de sucesso da WeHeartIt é que eles já nasceram para o mercado internacional, o site deles começou já todo em inglês junto com o nome para conseguir a maior audiência possível. Mesmo os que não sabem inglês conseguem utilizar o site deles pela simplicidade e pelo foco em imagens e vídeos. Se o seu modelo de negócios depende de uma grande audiência para dar certo, e você puder, comece com foco no mercado internacional.

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Citação – Steve Blank

Citação – Steve Blank

Pivotar faz parte da vida das startups, pois num ambiente tão incerto quanto o que as startups vivem, é quase impossível acertar todos os detalhes do seu modelo de negócios. Dessa forma, é muito importante aceitar que ele está errado e focar em fazer as mudanças necessárias para atingir o seu objetivo e validar o seu modelo antes de fazer grandes investimentos.

Lembre-se, uma startup é como um carro, você tem um objetivo que é o seu destino, mas você não sabe todos os detalhes da viagem, por isso é necessário sempre fazer correções durante o percurso mas focando sempre no objetivo.

Se você não conhece o modelo canvas, veja a apresentação que fiz sobre o tema (clique aqui).

 

Visão Geral do Modelo Canvas

Visão Geral do Modelo Canvas

Outro dia, conversando com um amigo, ele me apresentou um canvas com informações que dão uma visão geral do Modelo de Negócios Canvas.

Achei bem interessante e resolvi compartilhar por ser bem útil para lembrar dos principais pontos do modelo. Espero que seja útil para vocês.

Os créditos desse trabalho vão para a empresa de marketing Webbra e para o consultor Nei Grando. Vejam abaixo:

 

Modelo de Negócios Canvas - Business Model

Modelo de Negócios – Jogos Mobile

Modelo de Negócios – Jogos Mobile

Você já parou para pensar de que forma os jogos mobiles ganham dinheiro?

Empresas que desenvolvem esse tipo de jogo estão ganhando muito dinheiro e definir o modelo de receita do jogo é uma parte crucial para se obter esse sucesso.

Achei bastante interessante os modelos que esses jogos usam e  resolvi fazer um post sobre o assunto. Analisei os principais jogos e a forma que eles geram receita e identifiquei 7 modelos de receita básicos para monetizar jogos mobile, modelos básicos pois eles podem ser ser combinados entre si para criar uma estratégia para maximizar os lucros. São eles:

  • Venda do jogo;
  • Publicidade;
  • Assinatura;
  • Venda dentro do jogo;
  • Advergames;
  • Jogo grátis;
  • Venda de produtos reais relacionados aos jogos.

Um exemplo de estratégia que combina modelos seria a utilizada pelos jogos sociais que juntam Jogo grátis, para criar uma grande base de usuários, com venda dentro do jogo de itens virtuais (modelo Freemium), apesar desse modelo monetizar apenas um pequeno percentual da base de usuários, ele tem se mostrado financeiramente um sucesso.

Fiz uma apresentação sobre os 7 modelos que citei acima falando um pouco sobre cada um, dos prós/contras e dando exemplos de jogos que usam cada modelo. Segue abaixo a apresentação:

 

Definir qual será o modelo de receita de um  jogo é crucial para o sucesso dele e, essa decisão, depende de muitos fatores, entre eles:

  • Público-alvo do jogo;
  • Tipo de jogo;
  • Plataforma do jogos (iOS, Android…);
  • Dificuldade de implantação do modelo de receita;
  • Objetivo financeiro do desenvolvedor;

Alguns modelos dão mais trabalho para serem executados e requerem mais conhecimento do que outros e que issodeve ser levado em conta na decisão de qual modelo usar.

É interessante notar que o modelo canvas pode te ajudar na análise do modelo de negócios do jogo, podendo-se fazer diversos canvas usando modelos de receitas diferentes para se verificar o que mudaria no projeto e qual se encaixa melhor no seu objetivo.
Se vocês tem exemplos de outros modelos de receita para jogos mobile, adoraria conhecer para poder complementar essa apresentação.
#FicaaDica: Definir o modelo de negócios é importante tanto para empresas quanto para aplicativos e jogos mobile. Saber qual a melhor forma para se maximizar o ganho com o seu app é crucial para o sucesso dele, se você definir errado o preço do seu app, você poderá condená-lo ao fracasso mesmo ele sendo excelente. Poucos desenvolvedores se preocupam com isso e menos ainda possui uma boa visão de negócios, por isso eu recomendo gastar um tempo planejando o modelo, lendo e, se possível, conversando com pessoas que conheçam o assunto.